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Cabeçada e pontos na cabeça: Splitter lembra histórias com Oscar

Técnico brasileiro do Portland Trail Blazers, da NBA, relembrou no SBT News histórias com o Mão Santa

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Cabeçada e pontos na cabeça: Splitter lembra histórias com Oscar
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Único brasileiro na NBA atualmente, o técnico Tiago Splitter, do Portland Trail Blazers, relembrou, em entrevista ao SBT News, duas histórias com o ídolo do basquete Oscar Schmidt, que morreu nesta sexta-feira (17). Em uma delas, Splitter, ainda criança, foi salvo de seguranças pelo Mão Santa durante um jogo em Santa Catarina.

“Meu primeiro encontro [com o Oscar] foi engraçado. Ele veio fazer um jogo em Pomerode contra o time da cidade. Eu estava assistindo, tinha sete, oito anos [de idade]. Era o típico jogo de político que traz o time para jogar na cidade. Todo mundo começou a vaiar o político. Meu pai falou: 'Duvido você entrar na quadra agora e pedir um autógrafo do Oscar'.", lembrou Splitter.

Desafiado, o menino invadiu a quadra, mas foi impedido pelos seguranças.

"E eu pulei na quadra e fui pedir o autógrafo. Os seguranças vieram atrás de mim e não deixaram chegar perto dele, e todo mundo começou a vaiar. O Oscar foi lá, tirou o segurança, assinou para mim [o autógrafo] e todo mundo bateu palma", narrou.

Cabeçada e pontos (na cabeça) de Oscar

Quando já era jogador profissional de basquete, Splitter reencontrou Oscar em uma partida contra o ídolo - dessa vez, sem autógrafos ou seguranças para separar. E o duelo deixou uma marca no ídolo.

"Jogando contra ele, sem querer dei uma cabeçada nele e cortei o olho dele", lembrou o treinador. Oscar teve que levar pontos no local do ferimento.

Resiliência define Oscar

Splitter disse que o Mão Santa foi uma "grande inspiração como jogador" e fora das quadras.

"Tive a oportunidade de conhecê-lo como pessoa, como palestrante, como motivador. Um cara excepcional, uma pessoa diferenciada. ‘Resiliência' é a palavra que define ele”, declarou.

“Oscar é um cara assim, que todo mundo guarda com carinho, principalmente essa força dele de representar o Brasil, de se superar, de 'vamos para cima', 'vamos treinar'. Vou guardar com muito carinho essas memórias.", completou.

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