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Após sofrer goleada, Diniz cita dificuldade financeira do Vasco, mas pede reforços

Treinador diz acreditar que diretoria está se empenhando para buscar novas contratações

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Após sofrer goleada, Diniz cita dificuldade financeira do Vasco, mas pede reforços
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A dura goleada sofrida por 4 a 0 para o Independiente Del Valle, nesta quarta-feira (17), na altitude de Quito, expôs as dificuldades do Vasco na Copa Sul-Americana. Na coletiva pós-jogo, o técnico Fernando Diniz foi direto ao falar sobre a necessidade de reforços, apesar das limitações financeiras do clube.

“Não tem caça às bruxas. O Vasco tem as suas limitações financeiras, quando eu vim para cá eu sabia disso, existia um planejamento, mas para contratar é difícil. Não adianta, não temos o dinheiro para contratar, a gente gostaria de trazer jogadores para cá, mas não temos condições financeiras para trazer. Conseguimos trazer o Thiago Mendes, a gente precisa trazer poucos jogadores, que a gente acredite que possam dar certo. Eles (diretoria) estão se movimentando, não conseguimos trazer mais nomes, mas de fato está todo mundo sentindo”, afirmou o treinador.

Questionado sobre as promessas da diretoria de que o clube teria contratações após a pausa para o Mundial de Clubes, Diniz reforçou que a busca por reforços segue, mas com dificuldades.

“Não tem caça às bruxas, é um planejamento. Hoje tomamos 4 gols, por conta disso tem uma irritação do torcedor, tem que ter mesmo, temos que respeitar. Temos que melhorar o time, procurar fazer bons jogos, ganhar as partidas que temos que ganhar e esperar que os reforços cheguem, que eles consigam entregar os reforços. Mas eu sei que eles estão se empenhando e trabalhando para trazer os jogadores”, completou.

Sobre o jogo em si, o treinador destacou o impacto da expulsão precoce de Lucas Piton, logo aos 12 minutos, como fator determinante para o revés.

“Jogar na altitude aqui sempre é difícil, já estive aqui algumas vezes, os times brasileiros sofrem aqui para jogar. A gente chegou antes (ao Equador), a equipe estava bem adaptada, acho que se não tem a expulsão a história do jogo seria muito diferente, pela maneira que começamos o jogo. A expulsão ficou muito mais difícil para a gente, o plano era marcar alto como estávamos marcando, tivemos que baixar as linhas de marcação. Estávamos sofrendo muitos cruzamentos, no segundo tempo tentamos deixar a área mais alta, a substituição não funcionou e tomamos os outros gols. Agora é pensar no jogo do Brasil, temos condições de fazer o placar lá também, nos prepararmos para fazer o melhor que pudermos na terça no nosso campo”, declarou.

Apesar da enorme desvantagem no confronto, Diniz ainda não jogou a toalha e prometeu lutar pela virada em São Januário, mesmo reconhecendo a dificuldade.

“A gente vai preparar o time para jogar da melhor forma em São Januário, a gente sabe que é difícil reverter, mas não impossível. Vamos fazer o nosso melhor lá para tentarmos a classificação até o último instante.”

O jogo de volta está marcado para a próxima terça-feira (22), no Rio de Janeiro. O Vasco precisa vencer por cinco gols de diferença para avançar direto ou devolver o 4 a 0 para levar a decisão aos pênaltis.

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