Wilmbledon deve impedir participação de russos e belarussos, afirma jornal
Resposta ao conflito no leste europeu deve deixar de fora nomes como Daniil Medvedev, número 2 no mundo do tênis

O jornal The Guardian, da Inglaterra, noticiou nesta quarta-feira (20) que os organizadores do torneio de Wimbledon, o terceiro grand slam da temporada de tênis, devem impedir a participação de atletas da Rússia e de Belarus em decorrência da invasão russa à Ucrânia. O torneio não confirmou a informação.
A restrição pode afetar dois atletas do top 10 do mundo entre os homens: Daniil Medvedev (2º do ranking) e Andrey Rublev (8º). Três mulheres no top 20 mundial também devem ficar de fora: Aryna Sabalenka (4ª), Anastasia Pavlyuchenkova (15ª) e Victoria Azarenka (18ª).
A Associação de Tênis Profissional (ATP) e a Associação de Tênis Feminino (WTA), entidades que gerem o esporte, não impuseram fortes sanções a atletas russos e belorussos. As federações apenas impedem a aparição das bandeiras dos países, tanto nos locais de competição quanto em transmissões.
Se os tenistas da Rússia e de Belarus forem impedidos de disputar Wilbledon, este será o primeiro impedimento de um grand slam por causa da guerra. Australian Open, que é disputado em janeiro, ocorreu antes do conflito. O próximo grande evento do mundo do tênis é Roland Garros, que inicia em 30 de maio. O evento francês não impôs qualquer tipo de restrição a jogadores dos dois países.









