Presidente da CBF nega busca por Guardiola, mas abre caminho para estrangeiro na seleção
"Nós não temos o compromisso de que tem de ser um brasileiro (o sucessor de Tite na seleção)", declarou Ednaldo Rodrigues

O presidente da CBF, Ednaldo Rodrigues, negou que a entidade tenha sondado o técnico do Manchester City, Pep Guardiola, para suceder Tite na seleção brasileira após a Copa do Mundo do Catar. "Não houve, por parte da CBF, nem do presidente da CBF, nenhuma autorização para buscar o Guardiola como técnico da seleção brasileira", disse o mandatário.
Rodrigues, no entanto, abriu caminho para que pela primeira vez o Brasil seja comandado por um técnico entrangeiro. Segundo o presidente, a CBF não tem a obrigação de fechar com um treinador brasileiro. O mandatário disse que o sucessor será definido após o Mundial deste ano, que acontece entre os meses de novembro e dezembro.
"Nós não temos o compromisso de que tem que ser um brasileiro (o sucessor de Tite na seleção brasileira). Assim como não temos a obrigação de que precisa ser um estrangeiro. Só vou tratar desse assunto depois que a Copa acabar", afirmou.
Operação por Guardiola
O jornal espanhol "Marca" revelou, no início do mês, que Pep Guardiola estaria no topo da lista da CBF para assumir o comando da seleção brasileira após a Copa do Catar. De acordo com o veículo, a entidade que rege o futebol brasileiro ofereceu um salário de 12 milhões de euros (R$ 62 milhões) ao treinador. Questionado sobre a procura, o técnico espanhol se esquivou.









