Tite admite incômodo com fase do Cruzeiro: "Temos consciência da pressão"
Treinador afirmou que situação “não é digna da história do clube” após derrota para o Flamengo no Maracanã

O Cruzeiro sofreu mais uma derrota no Campeonato Brasileiro nesta quarta-feira (11). A equipe perdeu por 2 a 1 para o Flamengo, no Maracanã, e segue sem vencer na competição.
Com apenas dois pontos em cinco partidas, a Raposa permanece na zona de rebaixamento e pode terminar a rodada na lanterna. Isso acontecerá caso o Vasco vença o Palmeiras.
Após a partida, o técnico Tite reconheceu o momento delicado vivido pelo clube. O treinador destacou a pressão por resultados e afirmou que a equipe precisa reagir rapidamente.
“É uma situação bastante incômoda e difícil de absorver; não é digna da história e da grandeza do Cruzeiro. Todos temos consciência da pressão e da necessidade de resultados para reverter este cenário. No jogo final, fica a sensação de que estávamos próximos do empate quando sofremos o segundo gol. Isso acaba sendo determinante, gerando uma pressão ainda maior pela urgência que o clube tem de se recuperar”, afirmou.
Pontuação abaixo do esperado
Tite também reconheceu que a campanha está aquém das expectativas. Segundo o treinador, alguns resultados poderiam ter sido diferentes ao longo das primeiras rodadas.
“A pontuação está abaixo do esperado, sim. Temos plena consciência da grandeza do Cruzeiro e da expectativa que recai sobre nós. Se tivéssemos mantido o placar contra o Corinthians em casa, que estava bem encaminhado, ou tido um resultado melhor contra o Coritiba — onde fizemos um grande primeiro tempo —, nossa situação seria diferente. Estamos pagando o preço e precisamos buscar a recuperação imediata. Domingo será uma nova oportunidade para darmos um passo importante nesse sentido.”
Análise sobre o desempenho
Questionado sobre as razões para o momento ruim da equipe, Tite afirmou que o desempenho envolve diferentes fatores dentro de campo.
“Tem a sua parcela de contribuição, todos: escolhas técnicas, táticas, individuais, coletivas. Tudo faz um contexto. Eu digo sempre que o futebol é um conjunto da obra.”









