Possível gesto obsceno e confusão marcam primeiro tempo do Majestoso
Objetos arremessados no gramado, princípio de tumulto entre jogadores e gesto de Bobadilla dominam primeiro tempo do Majestoso

O clássico entre Corinthians e São Paulo, disputado neste domingo (10), na Neo Química Arena, pela 15ª rodada do Campeonato Brasileiro, teve muito mais do que futebol no primeiro tempo. Além do placar movimentado, o Majestoso ficou marcado por confusão dentro e fora de campo. O Corinthians vencia por 1 a 0 até cometer um erro na saída de bola. Atento, Bobadilla roubou a posse e serviu Luciano, que finalizou para empatar a partida e incendiar o Majestoso.
No entanto, a comemoração tricolor rapidamente elevou a tensão. Os jogadores do São Paulo celebraram próximos à bandeira de escanteio, em frente à torcida corintiana, que reagiu arremessando diversos objetos em direção ao gramado. Entre os itens lançados, estavam um óculos escuro e um cigarro eletrônico. Este último acertou Calleri, que caiu imediatamente no campo.
A partir daí, o clima esquentou de vez. Jogadores dos dois lados trocaram empurrões e discussões em meio ao tumulto. Matheus Bidu e Calleri protagonizaram um dos principais desentendimentos, assim como Gabriel Paulista e Sabino. O árbitro Anderson Daronco precisou intervir e distribuiu cartões amarelos para conter os ânimos.
Gesto obsceno no Majestoso?
Além da confusão generalizada, um gesto de Bobadilla durante a comemoração também gerou forte reclamação dos atletas do Corinthians. O meia paraguaio levou a mão próxima à genitália, atitude interpretada pelos jogadores alvinegros como obscena. Aliás, um tema que já havia causado debate envolvendo o Timão em rodadas anteriores.
O lance passou por longa análise da arbitragem. Contudo, após cerca de 15 minutos de conversa entre Anderson Daronco e a equipe do VAR, a decisão foi de não punir o jogador do São Paulo.









