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Jogadores de Fluminense e São Paulo entram em campo com cães; entenda

Adversários desta quinta-feira (27) no Maracanã, Fluminense e São Paulo promovem ação conjunta para incentivar a adoção de animais

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Jogadores de Fluminense e São Paulo entram em campo com cães; entenda
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Fluminense e São Paulo protagonizaram uma cena curiosa, no Maracanã, na noite desta quinta-feira (27). Antes de a bola rolar pela 36ª rodada do Brasileirão, as equipes entraram em campo acompanhados de cachorros. Em resumo, se trata de uma ação de adoção em parceria com o Abrigo João Rosa. Todos os 22 cães, aliás, estão disponíveis para receberem novos lares.

A campanha, que teve iniciativa pelo lado do Fluminense, contou com o apoio do São Paulo e recebeu o nome de “Adote um cão guerreiro”. A ideia é sensibilizar os torcedores, dar visibilidade aos cães e incentivar a adoção responsável.

Uma loja do Abrigo João Rosa, aliás, foi montada no Maracanã, onde os torcedores podem contribuir com doações ou adquirir produtos do estande.

Os jogadores do Fluminense e do São Paulo entraram com os cães na coleira e, alguns, no colo. Além disso, fotos dos cães também passaram no telão do Maracanã.

 
(Foto: Reprodução / Redes Sociais)

Saiba como ajudar

Toda doação, seja no aspecto financeiro ou alimentação, produtos de limpeza e medicamentos podem ser entregues nos postos de coletas ou feiras de adoção. Compras nos parceiros recomendados pelo abrigo também podem ser efetuadas. Confira os contatos abaixo:

  • @casa.tucano – (21) 99461-0394: Descontos especiais para o abrigo.
  • @meyerpetshop – (21) 99984-4406: Utilize o cupom JOAOROSA para receber de 5% a 10% de desconto.
  • @petfunrj – (21) 98040-7374: Utilize o cupom JOAOROSA e ganhe 15% de desconto.

 

Sobre o Abrigo João Rosa

O Abrigo João Rosa recebeu esse nome em homenagem ao seu fundador, João Rosa. Ele trabalhava e morava em um estacionamento, onde começou a acolher animais abandonados e feridos que apareciam pelas ruas. Com o tempo, João chegou a cuidar de cerca de 40 cães no local.

Diante da situação, o proprietário do estacionamento exigiu que João retirasse os animais ou deixasse o espaço. João optou por sair e construiu, sob um viaduto, um abrigo improvisado para si e para os cães. Essa decisão trouxe consequências pessoais: sua esposa se afastou, mas João escolheu permanecer ao lado dos animais.

Com o aumento do número de cães, os vizinhos passaram a reclamar do barulho e da quantidade de animais. Após diversas queixas, a Prefeitura do Rio concedeu a João um terreno maior. No entanto, o espaço era apenas um lote vazio, sem qualquer estrutura. Foi então que, com o apoio de uma protetora de animais, João iniciou as obras para erguer e organizar o que hoje é conhecido como Abrigo João Rosa.

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