Técnico da seleção portuguesa tem casa invadida e sofre prejuízo estimado em R$ 6 milhões
Roberto Martínez não estava na residência, mas funcionário tem sido crucial para auxiliar nas investigações

Roberto Martínez, técnico da seleção portuguesa de futebol, teve sua residência invadida por criminosos no último sábado (20), em Cascais, região metropolitana de Lisboa. O assalto resultou em um prejuízo superior a R$ 6 milhões entre furtos de joias e outros itens de luxo do imóvel.
Segundo as autoridades, os ladrões aproveitaram a ida de Martínez, sua esposa e duas filhas a um jantar para invadir a residência. Os criminosos conseguiram acessar pela janela da cozinha, e o caseiro, que realizava trabalhos no portão, não percebeu a movimentação. Segundo relato, ele só notou o ocorrido horas depois, quando acionou a polícia, por volta das 20h (horário local).
Estima-se que os criminosos tenham permanecido na residência por cerca de quatro horas e, durante o período, “reviraram praticamente todos os cômodos”. Ainda segundo a imprensa local, a investigação aponta para informações prévias sobre a rotina da família antes da ação — o que, inclusive, teria facilitada a.
Além das joias e outro objetos, o que também chamou atenção foi o roubo de ao menos uma dúzia de relógios de alto valor. Inclusive, a maioria pertencia à marca Hublot, que patrocina o técnico.
A CNN Portugal relata, ainda, que a casa não contava com sistema de videomonitoramento interno. Ou seja, não há imagens que possam auxiliar na identificação dos responsáveis pela ação. As perícias realizadas até o momento se basearam em registros de câmeras das imediações e no relato do funcionário que estava presente.
A Polícia de Segurança Pública (PSP) segue conduzindo as diligências para tentar recuperar os bens e identificar os suspeitos. Além disso, as autoridades trabalham com a forte hipótese de crime premeditado e avançam neste sentido.
Martínez manteve sua agenda e continuou os trabalhos com a seleção portuguesa nos dias seguintes. O treinador acompanha de perto as investigações, mas optou por não se manifestar publicamente sobre o caso até o momento.
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