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Presa no aeroporto, Venezuela alega ação direta do governo do Peru

Reabastecimento de aeronave não é permitido em Lima após o empate em 1 a 1 pelas Eliminatórias da Copa

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Presa no aeroporto, Venezuela alega ação direta do governo do Peru
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A delegação da Venezuela está presa no aeroporto de Lima, no Peru, nesta quarta-feira (22), um dia após o empate em 1 a 1 entre as seleções em partida válida pelas Eliminatórias da Copa do Mundo de 2026, por conta da não permissão ao reabastecimento da aeronave fretada pelos visitantes. 

O fato despertou um atrito entre os dois países, já que a Venezuela alega que ele derivou de uma ação direta do governo peruano. A Polícia do estádio Nacional de Lima não permitiu que jogadores da Vinotinto arremessassem camisas à sua torcida, e os jogadores reclamaram da repressão. 

"O Governo do Peru comete uma nova arbitrariedade contra os venezuelanos, ao impedir que o avião que traz de volta a seleção reabasteça o combustível para levantar voo. Um sequestro vingativo à nossa equipe, que fez um jogo extraordinário no dia de ontem", escreveu em suas redes sociais Yván Gil,  ministro das Relações Exteriores da Venezuela. 

Por outro lado, a Chancelaria do Peru respondeu às acusações e negou o envolvimento do governo no caso. 

"A Chancelaria lamenta a situação que atravessa o avião que transporta a Seleção Vinotinto e informa que o Governo do Peru não ordenou nenhuma medida que proíba o reabastecimento da referida nave. Da mesma forma, salienta que as referidas aeronaves vêm enfrentando restrições de fornecimento de caráter comercial privado, fora do controle do Estado peruano. No entanto, a Chancelaria está tomando medidas para resolver esta situação o mais rápido possível", informou.


 

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