Promotor solicita liberdade de acusado em caso da palmeirense Gabriela Anelli
Promotor Rogério Leão Zagallo sugere que garrafa atirada em morte de torcedora não tenha sido lançada por flamenguista preso

O promotor Rogério Leão Zagallo, integrante do Ministério Público de São Paulo, pediu à Justiça a liberdade do flamenguista Leonardo Santiago, acusado de ter lançado a garrafa que resultou na morte da palmeirense Gabriela Anelli. O promotor do caso sugere que a garrafa tenha sido atirada por um outro torcedor.
Segundo Rogério Leão Zagallo, o objetivo foi lançado por um homem que usava roupa cinza e tinha barba - o Ministério Público de São Paulo analisou vídeos da confusão. Preso, Leonardo Santiago foi detido pela polícia com uma camisa do Flamengo.
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Em depoimento, Santiago disse ter atirado pedras de gelo em direção a torcedores do Palmeiras. A versão do flamenguista contraria declarações do César Saad, do DOPE (Departamento de Operações Policiais Estratégicas). Em entrevista, Saad afirmou que Leonardo Santiago teria admitido o crime. O promotor Rogério Leão Zagallo criticou o trabalho do DOPE.
"No entanto, no presente momento, com a resenha de provas que a equipe do Delegado César Saad apresentou, a deflagração de uma ação penal seria medida temerária e fadada ao pronto insucesso", manifestou o promotor.
Rogério Leão Zagallo solicitou ainda que o caso seja transferido ao Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) em virtude de uma "postura estranha" por parte do delegado César Saad. A palmeirense Gabriela Anelli perdeu a vida aos 23 anos de idade.









