Governo britânico aprova venda do Chelsea, e novo dono investirá R$ 1 bilhão em reforços
Informação é do jornal inglês "The Telegraph"; zagueiros Jules Koundé, do Sevilla, e Josko Gvardiol, do RB Leipzig, seriam os principais desejos de Tuchel

O governo britânico aprovou nesta quarta-feira (25) a venda do Chelsea ao consórcio liderado pelo co-proprietário do Los Angeles Lakers, Todd Boehly. Na última terça, a Premier League já havia dado o aval para que a negociação fosse sacramentada.
Nesta última etapa, o governo britânico queria ter certeza de que o ex-proprietário do clube, Roman Abramovich, não lucraria com a negociação. O oligarca foi sancionado por suas ligações com o presidente russo Vladimir Putin após a invasão da Ucrânia, tendo de realizar a venda forçada do clube inglês.
O Chelsea operava sob licença do governo desde que os ativos de Abramovich foram congelados, em março. O valor da venda foi de 4,25 bilhões de libras (cerca de R$ 25,8 bilhões). Inicialmente, o consórcio vai desembolsar 2,5 bilhões de libras para adquirir as ações do Chelsea. Depois, conforme o acordo, terá de investir mais 1,75 bilhão de libras no clube.
Segundo o jornal inglês "The Telegraph", Todd Boehly destinará 200 milhões de euros (R$ 1 bilhão) para a contratação de novos reforços. O intuito do novo proprietário é reduzir a distância do Chelsea para Manchester City e Liverpool. Os zagueiros Jules Koundé, do Sevilla, e Josko Gvardiol, do RB Leipzig, seriam os principais desejos de Thomas Tuchel.









