Mano: "Róger Guedes é chiliquento, mas tirá-lo do jogo é punir o Corinthians"
Ausência do atacante foi tema de debate no Arena SBT desta segunda-feira (23); Vítor Pereira disse não ter problemas pessoais com o atleta

A ausência de Róger Guedes no clássico contra o São Paulo, no último domingo (22), foi discutida no Arena SBT desta segunda-feira (23). Para o comentarista Mano, o técnico Vítor Pereira errou ao deixar o atacante fora do duelo, que terminou empatado por 1 a 1.
"O Róger Guedes é um baita de um chiliquento, mas o negócio é o seguinte: privar o Róger Guedes de jogar um jogo desse é punir ele, a torcida e o clube. O Róger Guedes é chiliquento? Sim. Merece castigo? Sim. Porém, tirá-lo de um clássico, de um jogo contra o Boca, é punir o clube", opinou Mano.
Após o jogo, Vítor Pereira afirmou que não tem problema pessoal com o jogador e que a opção por deixá-lo fora do clássico aconteceu em razão do desempenho do atacante nos treinos.
"Não tenho problema pessoal com nenhum jogador. Estou aqui para ajudá-los, para que melhorem em qualidade. Mas eu tenho que fazer a equipe e escolher as substituições em função do que eles me dão em treino e jogo. Portanto, o Róger, que já teve um momento bom, fez gols, hoje é um jogador que está com dificuldade de responder mesmo em termos de treino, em termos de lutar para dar a volta", explicou o treinador.
"Tomara eu que ele me transmitisse a confiança para contar com ele para alterar um jogo ou começar uma partida. Mas eu não estou sentindo esta confiança. Isto não quer dizer que ele não queira, não estou dizendo isso. Mas nem em termos de treino, nem em termos de jogo, as indicações são essas. Não posso tomar decisões com base no nome do Róger Guedes ou do que ele já fez, mas do que ele está fazendo agora", complementou.
Mano sugeriu que o presidente do Corinthians, Duílio Monteiro Alves, resolva o problema entre técnico e jogador. "Não é uma queda de braço para ver quem tem mais razão. Não precisa ficar externando, está ridícula essa lavação de roupa suja, o Duílio precisa intervir", disse.









