Savarino se incomoda com vaias e analisa triunfo do Fluminense: "Temos que matar o jogo"
Autor do primeiro gol da vitória tricolor, venezuelano explica o motivo de não ter cobrado o segundo pênalti

Com o triunfo por 2 a 1 sobre o Operário-PR, o Fluminense garantiu a classificação para as oitavas de final da Copa do Brasil. No entanto, quando o jogo parecia se encaminhar para um final tranquilo, o gol do Fantasma trouxe à tona algo que tem sido recorrente, o Tricolor tomando sustos e não “matando” a partida. Assim, Savarino, autor do primeiro tento, analisou a atuação da equipe de Laranjeiras.
“A gente tem que matar o jogo. Essa pressão da torcida acho que não influi dentro do campo. Estamos fechados tanto dentro, quanto fora do campo. Temos que caminhar juntos, tanto torcida e jogadores. Temos que matar o jogo e corrigir os erros quando tomamos gol também”, disse na zona mista.
Além disso, o venezuelano se mostrou incomodado com as vaias da torcida, mesmo após o time garantir a vaga. Na visão do atleta, as vaias foram exageradas, visto que a equipe teve uma boa atuação
“A torcida tem todo o direito de reclamar de qualquer coisa, mas a nossa vontade dentro do campo é ganhar o jogo. O que fizemos hoje, conseguir a nossa classificação para as oitavas, foi o mais importante. A gente tem que caminhar juntos, tanto a torcida, como os jogadores, como a diretoria. Eu acho exagerado. Para mim, eu sempre vou me cobrar, quando jogo bem, quando jogo mal, e, como falei, o time sabe quando joga bem, quando joga mal. Eu acho exageradas essas vaias. Tivemos ocasiões dentro do jogo, jogamos bem”, frisou.

Cobranças de pênalti
Logo no início da partida, Savarino abriu o placar para o Tricolor, de pênalti. Entretanto, quando o time teve a chance de cobrar mais uma penalidade máxima, a bola ficou com John Kennedy, que acertou o travessão. Na zona mista, o venezuelano explicou que existe muita confiança no elenco e que o camisa 9 pediu para ficar com o segundo pênalti, no início da etapa final.
“Agradecer a Deus por mais um gol com essa camisa. A gente sempre se fala dentro do jogo e nos treinos. Eu era o primeiro batedor hoje, mas como falei, temos essa confiança. Lucho (Acosta), John (Kennedy), sobre quem vai bater o pênalti. Ele me pediu e deixei com ele. Acontece, errou o pênalti, mas o importante é que temos essa confiança”, concluiu.









