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Presidente do São Paulo critica arbitragem do San-São: "Insegura"

Após derrota para o Santos, Julio Casares contesta escolhas de Edina Alves e afirma que contestação do rival antes do clássico atrapalhou o trabalho da juíza

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Presidente do São Paulo critica arbitragem do San-São: "Insegura"
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Julio Casares, presidente do São Paulo, contestou publicamente a arbitragem de Edina Alves na derrota por 1 a 0 contra o Santos nesta quarta-feira (14). O VAR foi o personagem principal do confronto ao auxiliar a árbitra a marcar o pênalti convertido por Morelos e invalidar o gol de empate de Erick, do Tricolor Paulista.

"Nós não temos o hábito de reclamar de arbitragem. Dificilmente eu coloco minha opinião, a instituição coloca uma opinião, a não ser em questões lamentáveis. A arbitragem hoje se mostrou insegura, picotou o jogo, desproporcionalmente marcou faltas a favor do adversário em relação ao São Paulo. Eu não vou discutir os lances capitais, o VAR chamou. Para mim, o pênalti foi rigoroso demais, mas a arbitragem prejudicou, inclusive, mal posicionada", disse Casares.

Em nota oficial divulgada na última segunda-feira (12), a diretoria santista expressou críticas à escolha de Edina para o clássico, citando "graves erros do passado", em um duelo diante do próprio São Paulo em 2022.

Veja a nota oficial divulgada pelo Santos:

"Sobre a escolha da árbitra Edina Alves para apitar o clássico São Paulo e Santos no Morumbis, o Santos FC respeita a decisão da Comissão de Arbitragem da Federação Paulista de Futebol, espera que graves erros cometidos pela árbitra no passado tenham servido de reflexão e aprimoramento em seu nível técnico para que possa conduzir junto com seus auxiliares um jogo tão importante da primeira fase do Campeonato, sem prejuízo ao espetáculo, para que os protagonistas da partida sejam os atletas.

O Santos FC está em fase de reconstrução de sua história, não precisa ser beneficiado, mas exige retidão e imparcialidade para que nada o prejudique nesta retomada.

Julio Casares ainda completou: "A gente lamenta, acho que uma nota antes do jogo remete ao futebol antigo. A Federação precisa preparar os árbitros psicologicamente. Não é uma nota que desestabiliza um árbitro. Eu acho profundamente lamentável, até 10 minutos de acréscimos foi pouco. Não é choro, não é pelo resultado, mas nós temos que preparar os árbitros psicologicamente para não entrarem em campo pressionados por uma nota. Lamentamos a arbitragem de hoje, ela não deixou a bola rolar."

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